Imagem

WhatsApp Image 2017-05-06 at 15.52.55 (1).jpeg

Anúncios

A delícia de ser nordestino(a)

 

WhatsApp Image 2017-05-06 at 15.53.06.jpeg

Mandacaru – 2017

No nordeste há uma lenda de que o mandacaru quando floresce é avisando que a chuva já vem chegando. Para quem não sabe, o inverno nessa parte do país acontece todos os anos em uma determinada época (de janeiro a junho), nem sempre se tem chuva por todos esses meses, mas é a época em que o nordestino aguarda para ver o plantio crescer e enfim poder colher o milho, o feijão, entre outros alimentos.

A maioria do país acha que essa gente é triste por isso, mas não se engane não, se brincar, é o povo mais feliz do país.

Resenha: Pollyanna – Eleanor H. Porter

 

pollyana.jpg

           Oooooii, meu amorezinhos!

           Tu tá procurando um livro simples, de leitura fácil, fofinho e mesmo assim muuuito extraordinário?

           Então, meninos e meninas, cancelem já essa busca!!! A meta 100, começoooou!

           É isso ai. Não sabe o que é a meta 100, tem problema não, da aquela famosa averiguada no último pôster do blog (antes desse, claro, né fofinhos?!) 

          Já leu? Prooonto! Continuando aqui… A meta 100 começoooooou!

          Esse é o primeiríssimo de muitas leitura programadas para 2018. Não poderia ter começado de uma maneira melhor, né? “Pollyanna” é aquele livro bem amorzinho, mas sem muito romance. É possível? é! 

SNOPSE

           Depois da morte de seu pai, Poliana, uma menina de 11 anos, que já era órfã da mãe, vai morar com sua tia Paulina, uma solteira rica, severa e pouco afetuosa. Mas a vida da pequena cidade de Beldingsville vai mudar com a chegada deste pequeno anjo, que se tornou a própria personificação do otimismo na literatura ocidental. Poliana nunca deixa de praticar, o seu jogo preferido, que o pai lhe ensinou – O Jogo do Contente – na tentativa de sempre se posicionar de maneira positiva em situações ruins, e tristes.

 

RESENHA

       Bom, Poliana é uma menina simples que perdeu a mãe ainda na infância. O pai, pastor, fica responsável pela menina até o dia que também vem a falecer. Esta por  sua vez, passa algum tempo passa vivendo com auxiliadoras femininas,  mulheres que se reúnem para ajudar na criação de crianças pobres e desamparadas. Aos 11 anos de idade é encaminhada à casa da tia Paulina, que fica na pequena cidade de Beldingsville. E é lá que a história realmente acontece. 

         Pollyanna é uma daquelas personagens que a gente se apega, que dá vontade de ter por perto, de ler continuações, de realmente poder conhecer na vida real. Sabe, é por esse motivo que sou tão apaixonada por livros,conhecer pessoas que não poderíamos conhecer de outra maneira, estar lá inclusa numa história que não é nossa, mas que estamos a todo o momento vivendo. O livro acaba e a gente pode até ficar meio desnorteada querendo mais, mas isso é só até engatar em outra história cheia de lugares e aventuras. As vezes tenho a sensação de realmente conhecer essas pessoas, de realmente estar lá. 

         Talvez eu realmente tenha vivido as tais aventuras que Eleanor me proporcionou com esta obra maravilhosa. Pollyanna é uma menina tao alegre e cheia de amor que o leitor de principio pensará porque raios uma menina tão cheia de motivos pra chorar sorri tanto. Mas a resposta vem rápido: O pai da menina, antes de falecer, ensinou-lhe um jogo, as regras eram bem simples, encontrar motivos para sorrir mesmo quando tudo parecer acabado, triste, sem saída. E é dessa forma que ela vai viver e conquistar até mesmo as pessoas mais carrancudas da cidade. A menina com toda a sua inocência nos mostra que as coisas mais simples são as que tem maior valor.

          Esta obra foi a primeira do ano, mas é com toda certeza uma das melhores obras que eu já li na minha vida.

continu.jpg

           Não posso esquecer de mencionar que Pollyanna possui uma continuação nomeada como “Pollyanna moça” em que a menina visita Boston e conhece um mundo bem diferente de tudo o que já viveu. Este, adianto, será a próxima resenha do blog

 

cinema

          “Pollyana”, sendo um clássico da literatura infanto juvenil, foi adaptado duas vezes para o cinema, a primeira delas em 1920 dirigida por Paul Powell. A segunda  foi aos cinemas no ano de 1960, produzido pelos estúdios Disney. Teve como diretor  David Swift.  O elenco é formado por autores como Hayley Mills que interpretava Pollyanna e Jane Wyman o papel de Paulina, tia da menina. 

 

polly filme.jpg

Fotos retiradas de cenas do filme

 

tv

            Siiiim, “Pollyanna” também foi para a TV, a telenovela foi ao ar pela TV Tupi no ano de 1956.Recentemente, no ano de 2017 a SBT anunciou a telenovela “As aventuras de Poliana” que será também baseada na obra e terá como personagem principal Isis Valverde, atriz mirim que participou da novela Chiquititas, reprisada até o momento. A novela ocupará o horário de “Carinha de anjo” por meados do mês de março, segundo as leituras que fiz.

             Você não vai ficar sem ler ou pelo menos assistir a essa fofurinha né? Eu nem preciso dizer que ameeeei!

 “Respirar somente, não é viver.”PicsArt_01-02-08.25.46

Meta 100, o que é?

meta 100.jpg

 

          Bom, eu sempre amei ler, sério, desde que me lembro eu amo ler. Leio de tudo, historinhas infanto-juvenis, romances, dramas, eróticos, investigações, terror, poesia, crônica, enfim… gosto sempre de variar as leituras. Então, foi quando conheci o Skoob (https://www.skoob.com.br/usuario/679724) e entendi melhor esse lance de metas que criei a minha própria meta.

          PS.: Pra quem não conhece o skoob, sinta-se convidados a clicar no link a cima.

    Então, o que é a meta 100? 

          É a minha meta de leitura anual, simples, leio 100 livros ao ano. Neste ano de 2018 pretendo escrever resenha aqui de todos os livros que eu ler, portanto, se tu ficou interessado(a) já da aquela chegada pra cá curte a página no facebook (https://www.facebook.com/borboleetasnoestomago/) ou no instagran (@borboleetasnoestomago).

Sejam bem vindos e Feliz 2018 ❤

 

Por lugares incríveis – Jennifer Niven

 

poe lugares incriveis .jpg

 

“Você me faz te amar, e essa deve ser a maior coisa que meu coração já foi digno de fazer.”

 

SNOPSE.jpg

          Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.
          Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

 

RESENHA

          Bom, com essa citação inicial, eu preciso dizer que esse livro é romântico? Acho que não. Porém , preciso afirmar o quão maravilhoso ele é. Primeiro eu preciso dizer que sou do tipo de pessoa que a começar um livro crio muitas expectativas, algumas vezes acabo me decepcionando, já em outras eu me amarro na história e, costumeiramente, acabo devorando o livro em um ou dois dias no máximo. Por lugares incríveis, como o próprio nome sugere, me levou a lugares excepcionais.

          Violet sabe bem o que é perder alguém importante de uma maneira trágica. Depois que sua irmã morreu em um acidente de carro a sua vida praticamente virou de ponta cabeça fazendo com que a garota até mesmo pense em suicídio. Pelo que é perceptível, ela na verdade não quer de fato morrer, afinal de contas ninguém quer, ela precisa mesmo é de algo que a faça querer prosseguir na vida, precisa encontrar pessoas, coisas, talvez viver momentos que a façam ver a importância de ainda estar de pé. É o que acontece na torre da escola, local no qual a mesma pensa em praticar o suicídio. 

          Certa vez li uma resenha, não citarei onde, que dizia que Violet era mais uma menina do século XXI que se doía com pouco. Quando li fiquei um bom tempo pensativa, porque as pessoas em pleno século XXI ainda pensam assim? ainda tratam a depressão como uma besteira, um “mimimi”? Porque achar que essas pessoas fazem tais coisas para chamar atenção apenas? Penso que talvez elas busquem de fato atenção, mas que essa atenção é mais que merecida. Somos seres humanos, somos frágeis, precisamos a todo momento de carinho, amor, solidariedade e consequentemente, atenção. Violet é sim mais uma menina do século XXI, mais uma garota precisando ver a vida com outros olhos.

“O problema das pessoas é que elas esquecem que na maior parte do tempo o que importa são as pequenas coisas.”

              O livro, ao meu ver, trata a depressão e do suicídio maravilhosamente bem. Uma menina, com pensamentos suicidas, que encontra um garoto que também tem os mesmos pensamentos sobre a morte, que também possui a mente cheia de desafios e que também precisa de alguém para compartilhar momentos. Quer algo mais atual que isso?

             Finch é um garoto simples, mas como já citado, cheio de pensamentos complexos. O primeiro contato entre ele e Violet é na torre da escola, porém a história dos dois só toma forma quando passam a fazer parte das aulas de geografia e iniciam um trabalho em dupla. Os dois começam a fazer viagens pela cidade, pela vida e pelos sentimentos um do outro. A partir disto, as surpresas só tendem a aumentar e a história fica a cada página mais maravilhosamente maravilhosa.

            Um livro de romance, com momentos bons e ruins. Uma aventura repleta de surpresas, aprendizados e reflexões. Esse é um daqueles livros impossíveis de não se apaixonar e indicar pra todo mundo no mundo todo.

“Se tem uma coisa que aprendi, é que a gente precisa aproveitar ao máximo.”

PicsArt_01-02-08.25.46